Rui Oliveira conta em direto que viveu com mulheres e que enganou Goucha quando o conheceu: “Foi uma brincadeira”

E ao segundo dia de ‘Goucha’, mais emoções fortes. Manuel Luís Goucha convidou o marido, Rui Oliveira, para uma conversa onde revela o seu passado.

E falaram de amores e da relação que os une. E de como tudo começou.

Juntos há 21 anos, Manuel Luís perguntou: “Por que é que te apaixonaste por mim?”, questionou Goucha ao marido. “Fui convidado por umas pessoas para um jantar de Santo António e foi onde te encontrei”, respondeu Rui. “Quem me levava ao jantar apresentou-me como se eu fosse um titulado qualquer, e eu brinquei com isso, e claro que era uma brincadeira, foi a primeira vez que te vi pessoalmente”, responde.

“Conheceste-me e que é certo que estamos juntos há 21 anos”, disse Goucha. “Pois é, mas quando te conheço, é evidente que estávamos numa brincadeira, e à saída do restaurante acho que nos abraçámos e tu derreteste-te a rir. Passados uns dias, eu estava em casa e tu tocaste à campainha”, explica Rui. “Então fui eu que me atirei”, atirou Goucha.

“Não é fácil viver contigo, como não deve ser fácil viver com pessoas que têm o mesmo trabalho. São pessoas com o ego muito grande, e que temos de nos habituar a isso. Temos de aceitar ou não viver com essa pessoa”, afirma Rui. “Houve momentos em que não sabia como atuar. Era a primeira vez que vivia com um homem, embora tivesse tido relacionamentos com homens nunca tinha vivido com homens, vivi sempre com mulheres, era o primeiro relacionamento que ia ter com um homem… e no início eu, não sei se te lembras, disse: ‘Não vim para destruir, eu vim para construir'”, acrescentou.

“Temos construído muito porque nos complementamos muito um no outro, apesar de diferentes, comungamos para remar no mesmo barco”, disse ainda Rui. “O nosso casamento prossegue porque temos sentimos que nos ligam, e depois já foram tantas as lutas que tivemos que são marcos importantes de conquista, que não podem desvanecer de um momento para o outro. Sabemos que todos os casais têm problemas, e nós também os tivemos e se calhar ainda vamos ter, mas o importante é a solução e não o problema”, explica Oliveira.